16/06/2016

New in Town... #Update me





Quantas vezes acordamos sem saber que programa vamos fazer, o que é que está a dar, o que há de novo, qual o melhor restaurante...
Pois bem, a estas e mais perguntas eu encontro invariavelmente resposta no site New in Town (NiT). Está no top dos meus favoritos.
O site é uma revista on-line de lifestyle, cultura e lazer, onde é dado destaque  aos acontecimentos, eventos, estreias do momento que fazem com que nos sintamos os "embaixadores da actualidade" junto dos nossos amigos.

Gosto da estética do site, é simples, intuitivo e muito apelativo, no conteúdo e na forma.
Vejam só os nomes dos segmentos:
#Buzfood
#Coolt
#vanity
#Fit
#Out of town
#NiTtv
#NiTletter

Descubram por vocês e parabéns aos criadores!

Até breve Utopia!
TP
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07/06/2016

Do momento em que te apercebes que és valioso



Estou de férias. Estou em descanso. Têm sido tempos intensos de algumas mudanças que me levam quase em exclusivo para outras paragens. O cansaço obriga-me a que, neste intervalo, me reduza ao mais básico que é ver o vazio e ouvir o silêncio. Às vezes preciso para reestruturar e reparar energias. Isto é tremendamente positivo para mim porque representa a importação do fenómeno de reset que qualquer máquina avançada nos dias de hoje tem.

Aproxima-se uma mudança grande para mim. Deixarei de colaborar num serviço com o qual colaborei mais de dez anos e ao qual me vinculei mais do que aquilo que julgava. Não só às pessoas mas também aos métodos. Percebo, no anunciar da transferência, para aqueles que confiam em mim, que lhes sou muito valioso, e que a eminência da perda assusta (aos dois lados) como se estivesse a ser defraudado um investimento cúmplice é genuíno. Na verdade achei que fosse mais simples: detectei um problema, tentei encontrar uma solução, encontrei, comuniquei e agora tenho que gerir... gerir...gerir.
 
Quando o processo psicoterapêutico é o contexto do conflito, a sensibilidade no tratamento da mudança e potencial ruptura tem que ser ainda mais apurada. Transformar a crise em processo construtivo e oportunidade de evolução é o segredo e sinto que, com cada um, esse contexto foi estabelecido. Agora é só integrar e crescer para a nova etapa. Juntos, se possível, até porque a novidade boa é que há continuação...
Estou com muita expectativa para o que aí vem, num novo espaço, uma nova fase, mas a mesma pessoa como sempre me conheceram.
 
Continuarei, através da consulta psicológica, a contribuir para o crescimento dos que me procuram. Procurem-me que logo me encontrarão!

Até breve Utopia.
TP
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15/05/2016

Café Virtual





Dei por mim a reflectir, após uma manhã intensa de consultas, que o fenómeno das redes sociais e as aplicações de instant messaging, não têm necessariamente de ser só perverso e alienador. Detêm também alguma utilidade.

É inquestionável o facto das redes sociais terem contribuído para estados de alta dependência dos telemóveis e consolidarem, assim, o aparecimento daquelas que são as doenças recentes como a nomofobia, o síndrome do toque fantasma, depressão do facebook ou o transtorno de dependência da internet.
No entanto, como nas moedas, há um outro lado, e de facto tenho percebido, com os jovens que sigo em consulta, que estes aplicativos podem também servir para aproximar e reforçar relações.
Por um lado, o facto de grande parte das interações decorrer por via da escrita faz com que o conteúdo que se quer transmitir, no contexto de uma dinâmica específica, tenha que ser mais ponderado e reflectido. Percebe-se também que a escrita encerra uma ambiguidade com potencial de sedução tremendo, uma vez que abre espaço para alguma especulação. A ajudar a este facto está o novo "alfabeto" emoji que introduziu um novo colorido à linguagem escrita.
A meu ver, são os tempos modernos a reinventar o antigo hábito de "escrever uma carta", método claro e de exposição afectiva mais íntimo e honesto. Tal como o instant messaging.
Por outro lado, a possibilidade de ter sempre perto quem nós gostamos e com quem partilhamos interesses e objectivos, dá-nos a sensação de estar sempre junto deles como se à mesa de café nos encontrássemos, mesmo estando em cantos do mundo diferentes. Vou mais além na valorização desta mais valia, reconhecendo que até pode ter inclusive um enquadramento terapêutico se a concebermos como forma de combate à solidão. É bom sentirmo-nos acompanhados, nem que seja num café virtual do whatsapp!

Ah... E não desesperem se as baterias de todos os vossos smartphones e tablets acabarem. Privilegiem aquela que é a mais nobre forma de partilha, o contacto interpessoal com o outro. É através dele que podemos encontrar algo de nós e do outro que desconhecemos.

Até breve Utopia.
TP
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25/04/2016

Gadget(lândia) Parte 1


Nas minhas pesquisas pela net fui dar com um site interessante - kickstarter.com - que não é mais do que um site onde qualquer pessoa pode submeter o seu projecto ou ideia ao financiamento por parte da "audiência". Basicamente, é o crowdfunding disponível para qualquer um que queira ver a sua ideia ou projecto criativo, reconhecido, aceite e implementado.

Há projectos para todos os gostos e eu confesso que encontrei um que acho perfeito para quem, tal como eu, é apreciador de fotografia e fã do iPhone.





O PICTAR é um complemento para o iPhone que lhe confere todas as funcionalidades de uma máquina fotográfica, potente e completa.

Qualquer pessoa que tem um smartphone e que o usa para tirar fotografias, certamente, já teve que repetir o click porque o processo é pouco confortável, porque obriga à utilização das duas mãos. O PICTAR acaba com isto!

Em termos de aspecto o iPhone torna-se mesmo numa câmara fotográfica ao jeito old-school e todas aquelas funções que uma máquina fotográfica tem, passam a ser muito mais intuitivas.

O projecto pertence a Ohad Cohen e pode ser financiado até 27 de Maio de 2016. Vejam aqui todos os detalhes do projecto.

Até Breve Utopia.
TP.
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11/04/2016

Fui ao Psicólogo... Serei Louco?




Ao longo dos meus 12 anos de prática clínica, sempre acreditei que a percepção dos outros sobre a psicologia fosse mudando. Acreditei também que a ideia convencionada de que “ir ao psicólogo” fosse sinónimo de loucura entrasse em decadência. Mas não. Já muito se fez, mas há muito a fazer...

Tendo claro que há exceções que confirmam a regra, confronto-me muitas vezes com a necessidade de clarificação de que o facto de terem procurado ajuda não significa per si que perderam lucidez ou coerência, num sentido global. Aliás, é muitas vezes este racional que gera o primeiro de qualquer objetivo terapêutico para que se preparem para receber nas suas vidas um espaço que se quer livre e promotor de descoberta.

Mas afinal quem procura ajuda?

Quem traz consigo algum conflito. Maior ou menor… Pessoal ou relacional… Mais ou menos denso… Mais ou menos conhecido/consciencializado por si…

O espaço de terapia visa alinhar o indivíduo com os limites do seu conflito, conhecendo-os, lidando com eles e fazendo com que ganhe domínio e autoria dos seus recursos para controlar a probabilidade da sua recorrência.

Posto isto, a complexidade /intensidade do conflito é definida pelo indivíduo por via do impacto que sente que está a ter no seu padrão de funcionalidade cognitiva, emocional, comportamental ou atitudinal.

É deste modo que concebo a minha abordagem, enquanto intermediário num processo  dito de auto-conhecimento, para quem o solicita.
Mas será só para quem o solicita?
Eu acredito que não. Estando clarificados os papéis de cada um, a partir do momento em que se estabelece uma relação (ainda que terapêutica), o processo é orgânico e o ganho obtido é certamente diferente para as partes. Para o cliente, centrado no seu apelo, para o psicólogo, orientado para o reconhecimento da sua técnica, gratificação por ter conseguido potenciar o insight no outro ou até mesmo por se ter confrontado com uma dimensão crítica (consciente ou inconsciente) não explorada ou dominada. E é aqui que também se cresce pessoalmente, ao ajudar os outros nos seus processos pessoais de redimensionamento.

Face a isto, não creio que “ir ao psicólogo” seja sinónimo de loucura, mas antes uma resposta a uma qualquer inquietação por descodificar que surge algures no tempo pessoal ou relacional.

Que todos se confrontaram em algum momento com isto, eu tenho a certeza… Agora, que todos acharam que o psicólogo poderia ajudar, não sei.

A ver vamos em que ponto estaremos daqui por mais 12 anos.

Até Breve Utopia.
TP
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10/04/2016

Do Começo...

Aqui estou eu em estreia…
E com tanto gosto que não podia deixar de marcar o primeiro post com o que me motiva  para este meu novo projecto – Tiagutopia.

Sei que muitos dos que me são próximos não ficarão surpreendidos porque vão achar que  tem tudo a ver comigo… Outros vão pensar “Ah? Um blog? Pra quê?” Outros haverão que vão ficar completamente indiferentes… E há aqueles que se questionarão para que é que eu preciso disto… Enfim, todos podem pensar tudo! E o que eu acho mais interessante é o facto de haver pessoas que vão pensar várias coisas, convergentes e divergentes, simplesmente porque conhecem diferentes facetas de mim. Eu, tal como a maioria das pessoas, sou aquilo que tenho que ser consoante as pessoas com quem interajo. Sempre genuíno e sempre observador.

Tenho muitas expectativas relativamente a este capítulo que agora começo, porque é mais uma resposta à minha inquietação. Sinto muitas vezes vontade de ser autor, de reescrever e de recomeçar. Quantos de nós já pensaram “a partir de agora não volto a…” ou “De hoje em diante decidi que…” estamos sempre a recomeçar e definir coisas novas. (Caindo exactamente nessa tendência) A partir de hoje, espero documentar os meus principais movimentos de autoria através do meu blog.

Agora o nome do blog... Eu pretendia que fosse um nome que introduzisse novidade e que remetesse para uma dimensão criativa e pessoal. A minha visão sobre o que me toca e o que me envolve. Utopia cruza linhas de criação, fantasia, impossível, novidade, inesperado, insólito e curioso! Tudo o que eu queria.

É um desafio que agora começa e que espero que vos acrescente algo.

Até Breve Utopia.
TP
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